Em duelo acirrado, Mogi bate Vitória e cola no Brasília.

13/02/2016

Jogo disputado no Hugão foi extremamente equilibrado mas terminou com vitória dos donos da casa, apesar da falta de concentração.

 

De um lado um elenco montado a dedo, com alto orçamento para brigar por títulos, do outro, um caçula atrevido mas com limitações técnicas. E mais uma vez o equilíbrio prevaleceu no NBB. Sofrendo mais do que o esperado, graças a falhas de concentração defensiva, aliada a boa aplicação tática do rival, o Mogi se sobresaiu e chegou a 11ª vitória na competição, com um placar de 84 a 77.

Toda esse cenário porém não foi visto no início do duelo, que contou com um Mogi abrindo frente empurrado por sua torcida. Assim, abriu 11 a 3, mas viu o adversário se aproximar e obrigar a comissão parar o jogo com 12 a 11. Dali em diante, com Shamell, e em bela ponte aérea de Larry para Tyrone, venceu o quarto por 25 a 15. Na parcial a equipe converteu o dobro de bolas em todos os cantos, seja de dois ou de três.

No segundo quarto todo o domínio veio abaixo com o forte jogo tático do quinteto titular do caçula, que com uma corrida de 8-0 reduziu a vantagem dos paulistas para apenas dois pontos. Mogi tentava conter o ataque alternando entre zona e individual, mas desligado no período, passou apenas a trocar cestas e foi para o intervalo encendo por 40 a 38.

 

 Larry terá mais minutos de quadra, já que Elinho rompeu ligamento e perde restante do NBB.  / Antonio Penedo

 

Na volta do intervalo, o Vitória até chegou a empatar o marcador, mas as equipes estavam nervosas na frente. O Mogi aproveitou-se da tensão do adversário e contando com bom posicionamento de Lucas Mariano no garrafão - o camisa 28 deu três tocos - saiu em velocidade para abrir treze de frente. No lance mais bonito da noite, Lucas deu toco, e no contragolpe Larry serviu Tyrone na ponte aérea.

Com 15 de frente no marcador, os mandantes tinham apenas dez minutos para confirmar a vitória diante de sua torcida, mas viu o rubronegro dificultar a missão. Com rebotes ofensivos, e contando com boa partida de Calvo, o Vitória foi cortando, e com menos de 1 minutos a vantagem mogiana era de apenas dois pontos. Precisando trocar cestas por faltas, os comandados de Régis viu as bolas longas não caírem e a boa partida terminar com uma derrota amarga. 

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