Jamaal se despede em meio a má fase joseense

03/03/2016

O torcedor que se ausentou entre os meses de outubro e fevereiro, pode não acreditar que o Sâo José, que agora amargura o limite da zona de classificação, é a mesma equipe que sagrou-se campeã paulista, de forma contundente.

A equipe que tinha saída rápida em contragolpes, mão certeira de Pedro, garrafão forte, e improviso de Jamaal, agora não é sombra de meses atrás. Sofrendo, em média 86 pontos por jogo, a equipe não consegue sair em transição, e acumula resultados negativos, devido a falha de posicionamento defensivo, que resulta em menor captura de rebotes, dando assim segunda chance aos rivais, que tem se aproveitado.

 

O cenário, que já não era nada animador, escureceu ainda mais na tarde dessa quarta, quando o armador Jamaal Smith rompeu o contrato com a equipe. O americano voltará a seu país de origem pois passa por problemas pessoais, e assim o São José perde o poder de romper linhas. Jamaal, segundo cestinha com média de 13.4 pontos, ainda era o maior assistente da equipe, com média de 3.7 passes certeiros.

 

    Desafio é retomar intensidade defensiva sem o americano, e com menor rotação. / Danilo Sardinha

 

Com as inscrições encerradas, a Águia não poderá recorrer ao mercado para suprir a ausência do camisa 11. A diretoria deposita a confiança em Rodgers, armador recém chegado ao Vale do Paraíba, que aos poucos tem se ambientado ao estilo de jogo brasileiro. Rodgers e companhia terão cinco jogos, dois contra concorrentes diretos, e três contra equipes que almejam G4 para assegurar uma vaga aos playoffs.

 

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