Com triunfo avassalador, Mogi varre o Vitória.

09/04/2016

Um quarto. Foi o tempo que o Vitória conseguiu fazer frente aos donos da casa. Com poucas opções, e engolido pelo sistema defensivo do Mogi, rubronegros se despediram do NBB com a dolorida derrota por 81 a 58, em uma apresentação que não apaga a bonita página escrita pelo estreante que chegou aos playoffs.

 

O Mogi, que foi eficiente ao limitar o jogo de Calvo, agora foca nas quartas de final, quando enfrenta o Cearense, com desvantagem de mando de quadra devido aos critérios de desempate.

 

O JOGO

 

A estratégia de Padovani de escalar no quinteto titular uma equipe atlética com as entradas de Gerson e Lucas Mariano, para conter os bloqueios do adversário não deram certo. Com Kojo rompendo linhas, e Calvo aproveitando os espaços, o Vitória começou melhor e logo abriu 10 a 6. A entrada de Paulão foi decisiva para a recuperação dos mandantes nos instantes finais, quando fechou a parcial com leve vantagem, 16 a 14.

 

O revezamento mogiano explorava o aspecto físico, e com jogadores como Jimmy e Filipin que apresentam mobilidade na defesa e bom aproveitamento de perímetro, fez com que o Mogi aplicasse um quarto perfeito. Nem mesmo quando o leão conseguia movimentar a bola e encontrar os poucos espaços, conseguia pontuar, numa clara falta de confiança, já que Calvo, peça fundamental era completamente anulada. Com 22 a 6, abriu 38 a 20 ao final do segundo quarto.

 

 

 

Qualquer esboço da reação dos rubronegros caiu por terra com o ritmo acelerado dos mandantes no início da terceira parcial. Com 10 a 0, Lersch e companhia mostraram que não deixariam a vitória parcial escapar. Com o adversário sufocado e precipitando arremessos em jogadas individuais, o Mogi emplacou quatro bolas do perímetro, sendo duas de Filipin (foto/Cairo Oliveira), uma de Vitinho e uma do pivô Paulão. O placar que não parava de se alargar chegou a incríveis 65 a 29.

 

A margem que ficou muito próxima de 40 pontos fez com que Padovani desse descanso as principais peças, e com o relaxamento natural aliado ao espírito de luta pedido por Régis para que sua equipe terminasse com dignidade a competição, fez com que o Vitória vencesse a última parcial por 29 a 16.


 

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