Sem enfrentar resistência, Franca vence e força quinto jogo.

12/04/2016

Jogando ao lado do seu torcedor, o Franca não teve dificuldades para impor seu jogo diante de um Rio Claro desinteressado, e com placar elástico de 88 a 60, força a realização do quinto e decisivo jogo da série oitavas de final.

 

A larga diferença no marcador faz com que a equipe de Lula ganhe moral e entre mais forte psicologicamente diante de um adversário, que embora tenha mais forças, terá de mudar sua postura para avançar no NBB8.

 

O duelo decisivo acontece quarta, dia 13, às 20 horas no Felipão!

 

O JOGO

 

Jogando contra a parede e sem seu principal armador, que ainda sentia dores decorrente do deslocamento de ombro sofrido no jogo 3, Franca liderou, mas com dificuldades o primeiro quarto. A equipe dominava, em virtude do bom quarto de Isaac, que anotou 11 somente na parcial, mas pecando na marcação de Dedé, não conseguiu desgarrar no marcador, embora fechasse em vantagem, 18 a 16.

 

Com o ingresso de Nezinho à partida, Franca conseguiu articular melhor as jogadas e assim encontrar jogadores livres nas costas da defesa. O tempo pedido por Dedé, para conter o bom início de quarto francano (8 a 0), não surtiu efeito. Apático, o Leão não continha o jogo ofensivo dos mandantes, permitia cestas fáceis, e na frente, precipitava arremessos. O cenário permitiu ao Franca aplicar 21 a 7, em uma boa parcial de Cauê, e ir para o intervalo com 39 a 23.

 

       Franca teve liberdade para impo seu jogo, e ganha moral para o quinto jogo. / Newton Nogueira

 

Mantendo a agressividade, a equipe de Lula seguiu ampliando a frente no marcador. Bem internamente, com índice superior a 80%, devido a movimentação dos alas opostos, que se movimentaram bem e infiltravam nas costas dos pivôs; Franca contava também com a mão calibrada de Tiaguinho no perímetro. O bom jogo coletivo resultou em vantagem na casa dos 30 pontos, já que o Rio Claro sofria a pontuar, e quando o fazia era em lances livres, e no jogo de Vinícius e Atílio, que entraram bem. No período Mathias e Kurtz distribuíram tocos nas infiltrações dos jogadores mais baixos do Leão.

 

Com o jogo definido, as equipes entraram com responsabilidade distintas na parcial final. Lula cobrava a seriedade, enquanto Dedé pedia honra a equipe. E os treinadores foram atendidos por seus comandados. O tecnico francano viu Schneider e Mathias se destacarem nos instantes finais, enquanto que os garotos do Rio Claro mostraram mais intensidade, e conseguiram equilibrar o quarto final.

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