Atuando em casa, Flamengo bate Mogi e empata série.

07/05/2016

Jogando em casa, com a presença de sua torcida, e do técnico da seleção brasileira, o Flamengo venceu o Mogi por 81 a 71, e igualou a série semifinal após vitória mogiana no primeiro jogo. Para empatar a série, os atuais campeões contaram 45 pontos dos pivôs, além de 80% na linha do lance livre.

 

O Mogi, que foi superior no perímetro, mas que sofreu com jogo interno do rival, teve como destaque o trio Tyrone, Shamell e Jimmy, que combinaram para 41 pontos.

 

Com o resultado, o jogo 4, em Mogi, está confirmado. Mas antes disso, na segunda feira, as equipes voltam a medir força no Tijuca Tênis Clube.

 

O JOGO

 

O toco de Gerson em Meynsee foi um aviso. Com pouca movimentação dos homens sem a bola, e trocas defensivas rápidas as defesas prevaleceriam sobre os ataques. O Mogi começou melhor, e com Shamell e Tyrone abriu 5 a 0. Os atuais campeões custavam a entrar na defesa mogiana, e quando Marquinhos encontrava companheiros abertos, não via contribuição deles.

 

Depois de algumas falhas dos alas nos arremessos, Marquinhos encontrou Robinson, e o americano foi certeiro, para dar os primeiros pontos a sua equipe, em bola de três, após seis minutos de parcial. Com bola da cabeça do garrafão de Wagner, e do perímetro, de Lucas Mariano, Mogi voltou a abrir, mas com defesa apertada acabou colocando o adversário na linha do lance livre. Os cariocas souberam aproveitar, para descontar a vantagem do adversário, 10 a 11.

 

Os mandantes voltaram melhor, e com lances livres de Mineiro passou a frente pela primeira vez, 14 a 13. Mas Larry Taylor não deixou barato. O alienígena anotou bola espírita do meio da quadra, e na sequencia recuperou bola e no contragolpe guardou mais dois pontos, 18 a 14. O jogo seguia lá e cá, como era esperado. De um lado JP Batista e Mineiro, do outro Lucas Mariano e Wagner. O jogo intenso na área pintada carregou os pivôs, JP chegou a terceira, enquanto Wagner já tinha cometido duas.

 

 Fla dominou a área pintada, e superou as adversidades. / Marcello Pires

 

O rubronegro colocou sua maior vantagem no marcador em uma decisão criteriosa da arbitragem. O trio marcou falta antidesportiva de Vitinho em Marquinhos. O ala, que tinha zerado a primeira parcial, anotou dois pontos, viu Olivinha acertar bola do perímetro, e na sequência Meynsee pontuar na linha do lance livre para colocar 32 a 24. Nos instantes finais, Mogi trocou cestas e foi para o intervalo perdendo por 38 a 28.

 

No terceiro quarto a primeira bola foi dos mandantes, com Olivinha guardando bola de fora após belo passe de Marquinhos, mas quem começou melhor mesmo foi a equipe de Danilo Padovani. Com sete pontos consecutivos, a equipe foi cortando a vantagem do Flamengo, graças ao bom momento de Gerson e Tyrone, que na segunda etapa ficaram no banco de reservas. Olivinha, agora internamente, descontou, mas Tyrone estava mesmo querendo jogo. Com outra bola do perímetro, agora da zona morta, o americano colocou sua equipe na cola do adversário, 44 a 41.

 

A recuperação mogiana caiu por terra com a desatenção aos rebotes, fruto também dos méritos adversários. Com sobras ofensivas, o rubronegro, pelas mãos de Meynsee e Marquinhos, voltou a ficar com uma leve mas importante gordura, 53 a 43. O tempo pedido por Padovani surtiu efeito. Com a defesa mais baixa, permitiu chutes de fora dos mandantes, que não tiveram bom aproveitamento. Sem permitir mais sobras ofensivas, e jogando em transição com Shamell articulando, e Jimmy e Tyrone pontuando, o Mogi igualou a partida ao final do quarto, 59 a 59.

 

Os primeiros minutos da parcial final foi de amplo domínio rubronegro. Se no período anterior a equipe sofreu 31 pontos, o Flamengo foi efetivo na marcação. No ataque a equipe buscava o jogo interno, já que tinha 52% de aproveitamento, contra 25% no perímetro, e assim abriu 9 a 1. A apreensão de Neto, ao ver alguns atletas pendurados com 4 faltas, foi superada com a boa prestação de Olivinha, que entrou no lugar de JP. O ala pivô fez quatro pontos em sequência para aumentar a vantagem do seu time, 74 a 63.

 

A dois minutos do fim, Mogi capturou três rebotes ofensivos mas não conseguiu pontuar. No contragolpe, a bola de três de Olivinha minou qualquer reação dos paulistas, no pouco tempo que restava.

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