Bauruense, a que se apegar?

20/05/2016

Um ano se passou e Flamengo e Bauru voltam a decidir o Novo Basquete Brasil. O cenário é completamente diferente do ano anterior, mas em que o torcedor bauruense pode se apegar para crer no inédito título do NBB?

 

Crescimento na pós temporada

 

Diferentemente da temporada passada, quando fez campanha magistral com 28 vitórias em 30 partidas (93% de aproveitamento), mas caiu de rendimento nos playoffs, quando teve 6 vitórias em 12 jogos (50%), o Bauru chega numa crescente nessa temporada.

 

Na primeira fase foram 21 vitórias em 28 jogos (75%),  número alto, mas que foi superado nos playoffs. Diante do Pinheiros, e do Brasília, Bauru venceu seis dos sete confrontos, chegando a 87,5 % de aproveitamento, número próximo ao obtido na primeira fase do NBB7.

 

Aspecto físico

 

A vitória imponente diante do Brasília, rendeu um descanso importante ao elenco bauruense. Do dia 10 de maio, até o primeiro jogo da final, que será realizado amanhã (21), foram onze dias para recuperar jogadores, recondicioná-los para que cheguem inteiros na decisão. Evidentemente foram feitos os últimos ajustes táticos na equipe para anular as forças do Flamengo.

 

O adversário, por sua vez, se classificou na terça-feira, após uma longa e equilibrada série diante do Mogi. Além do menor tempo de recuperação e preparação, os rubronegros enfrentarão longa viagem até o interior paulista.

 

 Alex Garcia chega a sua sexta final de NBB. / Caio Casagrande

 

 

Ambientação à nova casa

 

Nesse tempo sem jogos, Bauru teve a oportunidade de se ambientar à nova casa. Sem poder utilizar o Panela de Pressão - já que o regulamento exige que as finais sejam disputadas em Ginásios com capacidade mínima para 5 mil espectadores -, Bauru conseguiu realizar treinos na vizinha Marília, algo que não ocorreu na temporada passada, já que Bauru se classificou apenas no Jogo 5, diante do Mogi, e assim não teve tempo para treinar no local.

 

 

Revanche

 

Bauru e Flamengo se conhecem muito bem. Foram inúmeros confrontos entre as equipes ao longo das oito edições do Novo Basquete Brasil, além de embates em competições internacionais. Mas nem o recente triunfo, na Liga das Américas, deve ter saciado o torcedor e o elenco bauruense.

 

Depois de um NBB7 irretocável, Bauru caiu de rendimento, e na final, dentro de casa foi derrotado para a equipe comandada por Neto. Essa é a chance de ouro para vingar-se do rival, e ser o primeiro paulista a faturar o NBB.

 

Demétrius Ferracciú

 

O comandante chegou e pegou muita gente de surpresa. Saia Guerrinha, figura folclórica do basquete bauruense, e chegava um treinador jovem, com bons trabalhos, mas no meio da temporada. 

 

Demétrius, superou as desconfianças, soube aprimorar aspectos coletivos importantes, soube readequar o jogo do Dragão mesmo sem Fischer, peça fundamental da equipe. O treinador bateu um papo conosco, e comentou sobre o trabalho, as dificuldades, expectativas. Confira aqui!

 

 

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