Mogi sucumbe à força do San Lorenzo e estreia na Liga das Américas com derrota

27/01/2018

O Mogi das Cruzes bem que tentou, mas não foi páreo para o San Lorenzo. Na abertura do Grupo B, o time do Alto Tietê sucumbiu à força do esquadrão argentino, perdendo a partida de estreia na Liga das Américas, por 101 a 96.

 

Como o placar indica, os rivais travaram um duelo acirrado e de alto nível técnico, repleto de alternativas, reviravoltas, condição que propiciou um embate agradável e de alta pontuação, por parte dos dois lados.

 

Desde os primeiros minutos ficou evidente qual seria a tônica da partida e as principais armas dos adversários. Tentando cadenciar o jogo um pouquinho mais do que de costume, Mogi largou na frente, na pontaria afiada de Shamell e na disposição de Tyrone, que brigava por cada posse de bola.

 

Mas não demorou muito para os comandados de Gonzalo Garcia se encontrarem. Atentos na defesa, cuidaram bem dos rebotes para sair em velocidade com Aguirre, finalizando os contragolpes com Deck e Tucker, indo para os vestiários com ligeira mas importante vantagem, 47 a 41.

 

 Com 33 pontos, Ducker só não fez chover em Talca (FIBA Américas).

 

O embate, que já era interessante, ficou ainda mais eletrizante na volta do intervalo. Isso porque as equipes vieram ainda mais lúcidas na seleção das jogadas, aumentando o repertório e, consequentemente, dificultando a marcação do oponente.

 

O primeiro time a dar uma nova cara ao jogo foi o clube brasileiro. Com rápidas trocas de passe e precisão nas bolas de três pontos (converteu cinco consecutivas, sendo três delas de Shamell), recuperou a dianteira ainda nos primeiros minutos da etapa complementar.

 

A sequência mexeu com a equipe de Almagro. Depois de alguns ajustes defensivos, o time argentino conseguiu neutralizar as investidas de Shamell, para voltar a atuar em transição. Assim, Tucker teve espaço para castigar a defesa mogiana, tanto nas infiltrações quanto bolas do perímetro, diminuindo o prejuízo parcial e retomando o controle de jogo, 77 a 74.

 

Os comandados de Guerrinha não voltaram bem para o último quarto. Com pouca inspiração, não conseguia pontuar e só conseguia conter as saídas rápidas do adversário com faltas. Dessa maneira, estourou rapidamente o limite coletivo, colocando o adversário na linha do lance livre. Quando voltava para a defesa com organização, ainda sofria com as jogadas individuais de Tucker e também com as tramas envolventes do rival, que culminavam com os arremessos precisos de Mata, variação que permitiu aos hermanos abrirem dez pontos de frente.

 

Sem muito tempo para lamentar, Mogi esboçou uma reação nos minutos finais. Mas diante da baixa produção coletiva da equipe e do encaixe de marcação do rival sobre Shamell, a derrota acabou se tornando inevitável, embora Tyrone e Larry ainda tenham conseguido diminuir a desvantagem, aspecto importante já que o saldo de cestas é o primeiro critério de desempate, 101 a 96

 

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